segunda-feira, março 17

Estado de direito

Pouco dormi. A pensar nos meus direitos. No meu direito à memória. No meu direito ao amor incondicional. No meu direito ao meu sangue, às minhas tradições de família. No meu direito à história e aos bens dos meus avós. No meu direito a ter mãe.

Pouco dormi. A pensar nos direitos dele. No direito ao futuro. No direito de voltar a ser amado. No direito de ser feliz, de criar novas memórias. No direito de continuar a sua história sem ser assombrado. No direito dele voltar a ser um de dois.

(E a minha mãe? O que diria?)

2 comentários:

Anónimo disse...

Acho que percebi o que te atormenta. É dificil de aceitar, mas a vida continua ....

(se me permites passo a tratar-te por "tu", faz o mesmo, tá?)

Bj
Mimi

Sara disse...

Fica combinado. ;)