terça-feira, março 18

Exactamente

às duas da manhã encontrámo-nos na cozinha. Comi duas bolachas de aveia da Nacional, ela petiscou a ração. Miou e chamou-me para a cama. Ele já dormia há muito. Adormeci com um gosto familiar na boca e um gato a ronrronar na barriga. Por momentos, voltei a casa. A essa casa que agora me persegue mais do que nunca.


3 comentários:

Anónimo disse...

Pelo que eu percebo estás a viver um momento delicado/triste. Ponho-me no teu lugar e tinha muita dificuldade em "digerir". Nem sei que diga...

Bj
Mimi

wednesday disse...

Não consegui perceber o que se passa contigo, mas espero que passe depressa ou se resolva da melhor forma. E nada melhor do que o miar e o ronronar do nosso gatinho ou gatinha!:)

VOu ver a minha hoje!:D

Anónimo disse...

Tanto tempo sem nada de novo! Então como vai esse coraçao (continua apertadinho)?

Lamentavelmente não há nada a fazer. Custa, cá por dentro não aceitamos, mas "há que comer e calar". É a vida..

Bj
Mimi