terça-feira, novembro 4

Fronteiras

Tendo em conta a premissa "ninguém é perfeito", onde é que se define a fronteira de aceitação de defeitos? Em que ponto é que se diz chega? A partir de onde é que deixamos de perdoar falhas e imperfeições? Como é que se define o inaceitável? Quando é que deixamos de perdoar o imperdoável? Quando é que se desiste?

5 comentários:

Pedro Coutinho disse...

Quando se perdoa o imperdoável, já se passou a fronteira. O problema é quando não se tem força de perdoar o perdoável, o que só de si pode um acto imperdoável dependendo do que está em jogo.

Quesefe
P

Sara disse...

Quesefe. Beijo.

Rita disse...

Faço minhas as tuas palavras! Encontro-me nesse mesmo dilema!

*Kiss

Nelson J. disse...

Isso só depende do "tamanho" do teu coração. O nosso coração, no fundo sabe que se pudessemos amar aquele que nos "destroi" seriamos as pessoas mais felizes do mundo porque estariamos cheios de Amor. Mas como isso não se compra no supermercado (senão eu seria o maior cliente) cada um tem o que tem e perdoa/ama até onde lhe é humanamente possível... mas também te digo que perdoar TUDO é possível, mas não é uma questão de esforço, é Dom gratuito. Para terminar: cada um dá o que tem e a mais não é obrigado. Detesto moralismos e "tens que (seja o que for)"

ana disse...

Peca-me com um sorriso, ou um outro gesto, um beijo.
Deixa-me desnuda e desalinhada com o teu amor.
E um dia, maybe, eu perceba, que o Amor foi algo que eu vivi.
Aí serei feliz...