quinta-feira, julho 30

das curvas


Por causa dos despistes causados por bolos, bolachas e doces vários, hamburguers e batatas fritas, pizzas e molhos com natas, regresso à alface e começo de novo. Volto atrás no rumo que tomei há alguns meses e sigo pela estrada nacional. Demora mais tempo e torna a viagem mais difícil, mas a longo prazo o caminho fica mais seguro e barato que a auto-estrada do plástico.

{Diz o médico que viver para trabalhar é uma parvoíce. Que de manhã devemos pensar em tomar o pequeno-almoço com calma e não em chegar à cadeira e ao computador a horas. Que quem come torradas tem preguiça de fazer uma omelete. Diz também que se vou ao ginásio três vezes por semana, ao fim-de-semana devo correr ou andar pelas vezes que não fui, ou seja de manhã e à tarde nos dois dias, 40m de cada vez.}

3 comentários:

Laura disse...

Esse médico é meio estranho (omelete de manhã?!), mas tem razão quando diz que não devemos viver para o trabalho. Quando o ponteiro do relógio se torna mais importante do que a saúde, algo está errado na lista de prioridades....

Coragem!

Sara disse...

Temos hábitos que são apenas isso, hábitos. As coisas mais estranhas às vezes são as que nos fazem melhor. A luta contra o ponteiro do relógio continua!

Beijinhos!

Anónimo disse...

O Sr Dr até tem razão (porque a Sara não tem colesterol lol). E tem razão não só na questão da ementa, como principalmente nas prioridades da vida. E ela é tão curtinha.....
Bj
Mimi