terça-feira, setembro 29

Debrum

Não vejo o mosteiro há meses e todos os dias almoço na esplanada com vista. (Não são as árvores a anunciar um Outono que tarda que o escondem.) São as palavras cruzadas que já não encaixam e uma espécie de névoa esbranquiçada chamada memória que me toldam a vista. Hoje apareceu um pastel de nata na minha mesa com um prolongamento de gente e eu presa na "horizontal 6: galão para debruar".


2 comentários:

Anónimo disse...

"Quase
Um pouco mais de sol - eu era brasa,
Um pouco mais de azul - eu era além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asa...
Se ao menos eu permanecesse aquém..."
m de s-c

Anónimo disse...

"Para estar ao lado sem pesar com a presença"